quinta-feira, 24 de julho de 2008

Soltanto un sogno...

Um dia,quando tudo começar,
Te olharei, como alguém que está a admirar “un bellissimo sunrise”,
Te direi,de outra forma, coisas que a todas digo,
Beijar-te-ei com tesão disfarçado de paixão.
Nos dias subseqüentes...
Vou te respeitar
Mandarei , ogni giorno, flores do meu lindo jardim,
E repetirei, como se nunca já houvesse repetido...
Que”sempre vou te amar por toda minha vida...”
Até que numa noite,de calor que muito atinge nossos corpos,
Quando muito você confiar em mim,
Quando por meses o motivo de teus sonhos ser “eu”,
Quando demais te respeitar,
Nos beijaremos com absurdo desespero,
Transporemos todas as barreiras que nos incomoda,
E nos fundiremos, num só corpo, de duas cabeças,
Por toda a eternidade da noite.
No seguinte dia, da eterna noite,
Você ainda sonha comigo,
E nossos corpos ainda estarão fundidos,
Mas o sol chegara, há horas,
Então te deixarei, com você a sonhar comigo,
Te abandonarei pro sempre,
E quando acordar,
Tudo não passara dum lindo sonho...

Daniel Marchesi de Camargo Neves



Informativo do autor .

Aviso que nesses dias de escassas publicações,irei postar alguns poemas antigos meus, aproveitando o fato de nunca te-los publicado no blog.É possível que, intercalados às publicações de poemas antigos, eu ponha textos ou poemas recentes,mas deverei avisá-los nessas situações..

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Guardando alla televisione

As vezes ficamos horas mergulhado num mundo metafisico de pensamentos fluidos e desconexos que tentam formular algum juízo lógico e coerente sobre algum objeto de estudo...Levantamos hipóteses,sugerimos possibilidades, geramos simula coes e alisamos a nível de concordância com a realidade.De certo modo, isso eh um método cientifico de estudo e pesquisa, nada d+;o problema é quando esse mundo começa a tomar conta de sua vida, de tal modo você não e o ser criador deste, e sim criatura que passa a viver dentro desse mundo.Chegando a esse ponto, você perde a noção do mundo exterior, e apesar de enxergar tudo o que se passa la "fora" com um olhar bastante cético e analítico, esse mundo é encarado como se você estivesse passivamente assistindo na televisão cenas de um mundo real;Você olha, ouve, julga.. mas parece um mundo distante do seu,sob o qual você não consegue interagir.
Quando se chega a esse estágio...ao mesmo tempo que tudo se parece inteligível e previsível, tudo está fora do controle;você efetivamente está lá, consegue ver e analisar o mundo ao seu redor, mas não o sente.A impotência toma conta de nós,porque a partir do momento que se tem plena convicção que você não pode fazer nada, por pior que aquela realidade seja, a única coisa que te cabe fazer diante de um universo que se é apenas expectador é chorar.
Então, enquanto pensamos que existe uma barreira entre esses mundos, enquanto acreditamos e sentimos que tudo não passa de um filme cuja história já foi escrita e nada se pode fazer para mudar,enquanto não conseguirmos sentir o vento exterior e o calor dos corpos humanos que nos tocam...O mundo poderá ser analisado, teorizado, criticado, mas o mais importante não poderemos fazer:viver.